Acolher pessoas deficientes "é o desafio para a igreja hoje", diz autora

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Acolher pessoas deficientes "é o desafio para a igreja hoje", diz autora
Acolher pessoas deficientes "é o desafio para a igreja hoje", diz autora
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A autora cristã Joni Eareckson Tada possui um longo e emocionante testemunho de vida para contar. Na verdade, ela já contou todo ele ou partes isso em seus 50 livros publicados e reconhecidos mundialmente, o que fez dela a advogada mais conceituada internacionalmente na luta em prol do acolhimento de pessoas com algum tipo de deficiência.

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Em uma entrevista para o Christian Post, Tada falou o que deseja fazer assim que chegar no céu. “Não sei como tudo vai se encaixar, mas logo antes da ceia do casamento e dos convidados serem chamados, antes de começarmos a festa, quero poder ajoelhar-me aos pés do Senhor e dar-Lhe louvor”, disse ela.

Tada explicou que essa “é a única maneira de ser capaz de lhe mostrar um verdadeiro sacrifício”, destacando que “aqui em baixo na terra, temos muitas oportunidades para oferecer sacrifícios de louvor, mas no céu, não haverá essa oportunidade” da mesma forma que nas condições humanas, visto que estaremos face-a-face com Cristo.

Tada ficou com o corpo paralisado permanentemente do pescoço para baixo, após um mergulho na Baía de Chesapeake quando tinha 17 anos. Ela também passou pelo câncer de mama duas vezes. O primeiro em 2010 e o segundo em novembro de 2018.

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Apesar das muitas batalhas, a cristã fundou o Joni and Friends International Disability Center, uma organização voltada para pessoas com deficiência física ou intelectual, escreveu vários livros e há anos dá palestras em diversos locais, dentro e fora dos Estados Unidos. Seus desafios pessoais foram convertidos em canais de bênçãos para milhares e milhares de pessoas.

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Deficientes nas igrejas

Joni Eareckson Tada explicou que a igreja cristã ainda é muito fechada ao acolhimento de pessoas com algum tipo de deficiência. Ela cita crianças e jovens especiais como exemplo disso.

“Eles querem pertencer”, disse a autora. “Eles querem saber se não comparecem à igreja, alguém sentirá falta deles e ficará triste por não estarem lá. Com demasiada frequência, quando a criança com deficiência não aparece na Escola Dominical, os professores ficam aliviados”, contou.

“Não vamos apenas integrar ou incluí-los em programas; vamos fazê-los sentir que pertencem porque fazem parte do Corpo de Cristo (…). É o desafio para a igreja hoje”, destaca.

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Por fim, Tada diz que continua lutando contra suas dificuldades, mas que vive por amor a Cristo. Ela ensina que reconhecer suas fraquezas e desânimos é algo importante, porque é ai onde a força do Espírito Santo atua, gerando cura e restauração. Ela cita a si mesma como exemplo.

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“Eu acordo me sentindo sobrecarregada por ter que enfrentar uma rotina de duas horas com um amigo me dando um banho na cama e uma rotina de toalete, escovando os dentes, me vestindo e escovando o cabelo ”, disse a autora.

“Há algumas manhãs em que acordo e fico impressionada, e o dia nem começou. Eu digo: ‘Jesus, eu não posso fazer isso, e então Jesus diz: ‘Eu preciso que você faça’”, acrescentou. “Ele derrama sua graça sobre aqueles que reconhecem sua fraqueza”.

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