‘Parar jogos por homofobia é um erro’, diz chefe da Federação Francesa | VEJA.com

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‘Parar jogos por homofobia é um erro’, diz chefe da Federação Francesa
‘Parar jogos por homofobia é um erro’, diz chefe da Federação Francesa
FILE PHOTO: 2018 World Cup Qualifications – Europe – France vs Luxembourg
FILE PHOTO: 2018 World Cup Qualifications – Europe – France vs Luxembourg

Noel Le Graet, presidente da Federação Francesa de Futebol (Fred Lancelot/Reuters)

Os árbitros que apitam o futebol francês receberam uma recomendação polêmica. Nesta terça-feira, Noel Le Graet, presidente da Federação Francesa de Futebol, disse que pediu aos juízes para que não interrompam as partidas por causa de cantos ou bandeiras homofóbicas nas arquibancadas.

“Parar as partidas não me interessa. É um erro. Pararia um jogo por causa de gritos racistas, pararia uma partida por causa de uma briga, por causa de incidentes se houver perigo nas arquibancadas, mas não é o mesmo”, disse, colocando a responsabilidade nos seguranças dos times.

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“Os clubes devem controlar as pessoas que entram nos estádios, há funcionários ali para retirar essas bandeiras rapidamente. Mas parar os jogos é outra coisa, o jogo é algo mais complicado. Vamos nos preocupar em tirar as bandeiras, mas parar os jogos não”, analisou.

Após a partida da seleção francesa contra Andorra, pelas Eliminatórias da Eurocopa 2020, o treinador Didier Deschamps apoiou o dirigente. “Normalmente não comento as declarações do meu presidente, mas o que posso garantir é que, no nível humano, ele é alguém que sempre lutou contra todas as discriminações no futebol”, disse.

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