Por que o dólar sempre muda de valor em relação ao real?

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Por que o dólar sempre muda de valor em relação ao real?
Por que o dólar sempre muda de valor em relação ao real?

O valor do dólar tem sido assunto recorrente no Brasil nos últimos tempos. Mas apesar de estarmos em contato sempre com os números, porque eles variam tanto?

Tudo tem relação com a quantidade da moeda americana circulando no mercado e os principais impactados por essa variação são as pessoas que importam ou exportam bens, esses dois, sempre de lados opostos da balança.

A variação do valor do dólar em relação ao real pode ser explicada pela famosa lei da oferta e procura. Quando há uma quantidade maior de dólares, seu valor cai.

Quando há pouca quantidade, o valor aumenta. Essa alta ou baixa no dólar pode ser boa ou ruim, dependendo para quem você pergunta e como essa pessoa lida com o câmbio.

Por exemplo, para um brasileiro que pretende viajar ao exterior a passeio, é interessante que o valor do dólar não esteja tão alto.

Mas do outro lado da moeda, para os turistas estrangeiros que vêm ao Brasil, quanto mais valer a moeda americana frente ao real, melhor. Nesse caso, saem ganhando os destinos para onde esses turistas vão, mas todo o resto é prejudicado.

O Banco Central brasileiro pode ajudar a regular esse câmbio que às vezes parece imprevisível e incontrolável. Quando o valor do dólar está muito baixo, o BC compra uma quantia considerável de moeda americana, reduzindo sua circulação e aumentando seu valor. O contrário pode ser feito no caso de uma alta muito grande.

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Quem pergunta?

Além de toda essa flutuação do câmbio, é preciso entender que o dólar tem três valores diferentes no Brasil, dependendo de quem está negociando.

O primeiro deles é o chamado dólar comercial, uma cotação usada por empresas multinacionais e governos em grandes transações. É o mesmo valor operado pela Bolsa de Valores.

Há ainda a cotação de turismo, usada, como o nome indica, em passagens aéreas, cartões de crédito internacionais e transações feitas por pessoas físicas em geral.

O terceiro tipo é o chamado paralelo, uma forma elegante de se dizer “pirata”, ou “ilegal”. Trata-se de uma cotação não oficial, usada por contrabandistas, doleiros e todas as transações que acontecem sem o conhecimento das autoridades.

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